Orar pelo próximo.

Orar, "rezar" pelos milhões de pessoas que estão sofrendo em todo este mundo.Pelos que estão em hospitais, doentes com doenças terríveis, pelos que estão em uma guerra talves pessoal ou não, acidentados, preso a vícios. Todo tipo de injustiça !! Ninguém, é obrigado a nada queremos que DEUS nos escute e ajude, quem precisa. Jesus o Cristo, ele sabe tudo ele pode tudo amém.Cada bandeirinha no Globo, vou acreditar que seja alguém orando, ao Filho em nome do Pai e do Espirito Santo.Pois este mundo esta pior que Sodoma e Gomorra. (FIEL_e_Pecador)

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SEGUNDO A LEI.

Segundo o Evangelho, depois da Morte e Ressurreição do Salvador:
Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça. [Romanos cap.4, v.5]
Qual das respostas acima se aplica a sua ''Religião''? Em que época da história você se encontra? No Antigo Testamento (Lei) ou Novo Testamento (Graça)?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

DESTRUINDO ARGUMENTOS : PROSTUIÇÃO

 BLOG HOMENS REALISTAS  

Por : Will.R.S ( Batman )

A série destruindo argumentos, é um conjunto de artigos destinados a destruir certos clichés sociais, do falsamente chamado " politicamente correto ", com a finalidade de contra atacar inúmeras frases erradas que as pessoas acreditam ( ou fingem acreditar ) serem a verdade universal, esses posts serão frequentemente feitos neste blog, hoje falarei sobre alguns mitos a respeito da prostituição.

1__ A prostituição ocorre somente quando há relação sexual em troca de dinheiro .

ERRADO
Quando se pronuncia a palavra prostituição, a primeira coisa que vem em mente são as chamadas profissionais do sexo, mulheres que trocam favores sexuais por dinheiro, contudo, essa não é uma definição muito abrangente do que seria uma prostituição. prostituição em termo geral, foi bem colocada nesse trecho do Wikipédia : 


" 
A prostituição pode ser definida como a troca consciente de favores sexuais por interesses não sentimentais, afetivos ou prazer. Apesar de comumente a prostituição consistir numa relação de troca entre sexo e dinheiro, esta não é uma regra. Pode-se trocar relações sexuais por favorecimento profissional, por bens materiais (incluindo-se o dinheiro), por informação, etc. "

Uma garota de programa que patrica sexo casual com homens em troca de dinheiro é uma prostituta , correto !!, mas e as mulheres que saem e se envolvem com caras ricos por interesse financeiro, status e outros motivos, e que não se relacionam com homens unicamente por um interesse puro e afetivo, por um acaso são santas !!?, se a própria definição do Wikipédia diz que não são apenas a troca por dinheiro ser considerada prostituição, mas qualquer troca de sexo por favores financeiros, prestígio e etc, e que o politicamente correto diz ser " amor " então não são apenas as GP's consideradas prostitutas. 

2_ Prostitutas são mulheres de roupas curtas e de bolsas que fazem programas sexuais que geralmente, se encontram em casas noturnas, esquinas e motéis e é somente nesses locais que ocorrem a prostituição. 


ERRADO 

Pelo contrário do que muitos pensam ( ou fingem pensar ), a prostituição não ocorre simplesmente quando existem mulheres rodando bolsinha no centro da cidade, mulheres transando em troca de dinheiro em motéis, quartinhos e etc, mas a prostiução acontece em inúmeros ambientes e de forma VELADA , até mesmo uma mãe que incentiva a filha a se relacionar somente com caras de bao situação financeira, está também incentivado a prostituição na desculpa de querer apenas o bem para garota, frequentemente se tem notícias de mulheres que se casam com homens de boa imagem ( leia _se : RICOS ) , engravidarem de jogadores de futebol, famosos e etc pensando no dinheiro que vai ter ou nas vantagens dessa uniã, e ao contrário do que podeira acontecer, occore uma extrema exaltação em relação a isso, mulheres que agem dessa forma, são idolatradas e respeitadas, são consideradas espertas e sortudas, no entanto, vem a pergunta, MULHERES ASSIM TEM ALGUMA MORAL PARA FALAR DE GAROTAS DE PROGRAMAS !!!??. 



3_ SOMENTE HOMENS QUE NÃO PEGAM NINGUÉM, POBRETÕES E FEIOSOS PROCURAM PROFISSIONAIS DO SEXO.
 

ERRADO
 

A industria do sexo movimenta milhões no mundo todo, o que prova que não são pobretões que bancam isso, o máximo que um homem pobre paga por sexo é 300 reais e olha lá ainda, então de onde vem todo esse dinheiro ??, é óbvio que são os grande empresários, políticos, bandidos, mafiosos e a maiorias dos homens de alto poder aquisitivo, e muitos desses homens não são feios e nem sozinhos, pelo contrário , muitos deles são até bem casados, a maioria deles vivem acompanhados de mulheres lindas, mas são os maiores financiadores da prostituição, um homem pobre mal tem dinheiro pra se vestir , comer e pagar suas contas, como é que ele vai pagar prostitutas com frequencia. 


4__ QUEM SAI COM PROSTITUTAS, TEM MAIS CHANCES DE CONTRAIR DST'S.
 

ERRADO 

A maioria das casas de prostuição fazem exames periódicos em suas funcionárias e muitas delas usam camisinha, é claro que há casas que agem de forma errada , prostitutas de esquinas e mais n fatores, mas essa não é a regra, é mais fácil um homem pegar uma doença sexualmente trasmissível em festas de Carnaval, baladas e etc, do que com garotas de programas, é só pesquisarem em estatísticas em geral e verá o que eu estou falando, existe também casos de homens que contraíram DST's com as próprias parceiras,da mesma forma que uma garota de programa tem relação sexual com vários caras num curto período de tempo, também há mulheres que agem dessa forma mesmo não sendo considerada uma prostituta. uma mulher que se envolve sexualmente ( ou simplesmente beija vários homens em uma noite) também tem chances de contraírem infecções e também de trasmiti_las a terceiros. 



5_- ESSE TEXTO INCENTIVA A PROSTITUIÇÃO, E TAMBÉM INCENTIVA OS HOMENS A PROCUREM POR PROSTITUTAS. 

ERRADO 

estaria incentivando se eu dissesse alguma mentira, no entanto, tudo o que relatei aqui não foi tirado de historias da " carochinha " ou de delírios psicodélicos, são fatos provados todos os dias, qualquer um com a mínima capacidade de observação concordará com o que foi escrito aqui.essas conclusões foram apenas análises criticas e também não interfiro no livre arbítrio de ninguém, cada um escolhe o que fazer da vida. 


Se querem ver mais frases como estas serem destruídas aqui no blog, me mande um E_mail para williansilva.blogs@hotmail.com, pode ser sobre qualquer assunto : casamento, divorcio, sexo e etc, terei um enorme prazer em destrinchar frases com essas aqui. 

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O que gera Prostituição Infantil e drogas na adolescencia

inf1Escrito por Daniel   

Uma das profissões mais antigas existente no mundo é a prostituição, desde a época de Cristo já se falava em prostituição, e essas pessoas já eram condenadas a serem apedrejadas em praça pública,então a discriminação já vem cerca de 2 mil anos atrás, más nunca ninguém parou para saber o motivo que levou a esta pessoa entrar nesta vida.
Então te pergunto:

_Você já parou para pensar?
Aí você me responde:
“...È pura falta de vergonha...”



Tudo bem, não discordo de sua posição, mas não estou falando em prostitutas finas, de alto padrão, que por um luxo, status e as vezes necessidade de auto afirmação acabam entrando neste mundo de luxúrias .Estou falando de meninas, crianças espalhadas por todo Brasil que por necessidade financeira, afetiva,emocional e cultural embarcam em um mundo sem volta onde crianças de 12, 13 anos que já se submetem aos prazeres da carne em troca de dinheiro.
Mas e aí , será que essa criança sabe o que é prazer? Não digo somente prazeres sexuais, mas prazer em dormir em uma cama digna ,prazer em ter um alimento sadio,em freqüentar uma escola,no convívio de bons amigos, ou em ter uma família descente.
Acho que não,e essas pessoas totalmente desamparadas e mal estruturadas,vendo seus pais brigarem e se agredirem mutuamente.Essas crianças em busca de um mundo melhor, os meninos embarcam no mundo do crime, já as meninas na prostituição,  mas esse mundo, não se limita apenas no ato de fazer sexo em troca de dinheiro, è um mundo de violência e drogas. E a partir deste momento a criança além de prostituir, passará a usar drogas em especial o crack, uma droga mais barata com efeito maior, e com alto  poder de  dependência.

E você o que fazer para evitar isso:
Seja você,valorize você, e sempre amparado nos mandamentos de Deus

1-AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS
2-E O PRÓXIMO COMO A TÍ MESMO

E saiba que a célula mater do mundo se chama FAMÍLIA, VOLORIZE SUA FAMÍLIA, SEJA REALMENTE UMA FAMÍLIA CRIADA NOS MOLDES CRISTÃO.Tenha certeza que você não se arrepender.

Att: Daniel José da Silva

Tráfico de droga e prostituição na Feira Popular

Domingos dos Santos| 

Quando chega a noite a feira troca de rosto e o local vira discoteca e as prostitutas e os traficantes de droga tomam conta do cenário
Fotografia: Pedro Mulaza
Uma viatura de alta cilindrada e de vidros fumados pára. O condutor baixa o vidro e chama um rapaz que aparenta ter 25 anos. Ele aproxima-se, conversa e passados alguns minutos tira algo de uma mochila preta, que entrega ao condutor. Este, por sua vez, dá ao rapaz algum dinheiro. O condutor, escondido na sombra dos vidros fumados, arranca em alta velocidade para um destino incerto.
Curiosos com aquilo a que acabáramos de presenciar, abordamos o jovem, identificado por Samuel Joaquim. “Fixe, puto?”, cumprimentamos o rapaz, que rapidamente responde: “Ya, fixe, meu kota. Alguma coisa?”, questiona.
Em resposta, o repórter puxa-lhe pela memória: “sou eu, não me reconhece?”. O jovem olha com atenção e acaba por se lembrar. “És aquele nosso kota da carrinha, que vem aqui lavar o carro. Fala aí meu papoite, qual é a dica?”, pergunta. Explicamos que somos jornalistas e pretendemos fazer um trabalho sobre prostituição e tráfico de droga na Feira Popular de Luanda. Desconfiado, Samuel adianta que faz o que faz apenas para ganhar a vida e nada mais.
“Meu kota, não posso falar, mas posso dizer que faço isto para ganhar alguma massa para viver, porque o emprego está difícil. Pai grande, não posso falar mais para não dar bandeira”, diz Samuel, desaparecendo velozmente no meio dos carros estacionados no interior da Feira Popular de Luanda.
É este o cenário de todos os fins-de-semana na Feira Popular de Luanda, transformada em local de comércio legal e ilícito, consumo de álcool, tráfico de drogas e prostituição. 
De manhã, a Feira Popular de Luanda, inaugurada a 1 de Dezembro de 1995, pelo Presidente da República, tal como recorda a placa colocada bem no centro do recinto, é um local ao qual muita gente acorre para comprar produtos diversos, como mobiliário, roupa, comida, bebidas, material eléctrico, peças de viaturas e até lavar o carro. 
Mas quando chega a noite, a feira troca de rosto. O local vira discoteca e as prostitutas e os traficantes de droga tomam conta do cenário, oferecendo todo o tipo de diversão para quem escolhe o sítio para “cair” na noite. 

Nas noites de sexta-feira, sábado e domingo, as bebidas alcoólicas, drogas e prostituição formam uma combinação explosiva, espalhada descaradamente por vários pontos do recinto.
O tráfico de droga é feito em vários recantos da feira. Os encontros entre traficantes e consumidores acontecem normalmente junto aos postos de gasolina, parques de estacionamento e locais abandonados das redondezas. 
O local mais movimentado dos fins-de-semana, conhecido como “avião”, tornou-se ponto da prostituição de jovens mulheres, que oferecem serviço para todos os gostos e bolsos. 
O Jornal de Angola viu bem no que se transformou a Feira Popular de Luanda. Daquilo que foi nos anos 90, um tempo de grandes concertos, com artistas como os Irmãos Almeida, N´ Sexy Love, O2, SSP, hoje só resta nostalgia, pois os gloriosos tempos de outrora foram substituídos por uma “paisagem” sinistra e desoladora. Apenas resta ferro velho. 
  
Tráfico de droga 
  
Após alguns contactos com pessoas conhecidas, conseguimos chegar à conversa com um “passador” de droga que se identificou como Gaspar. Inicialmente, pensou que era mais um consumidor à procura de droga para “agitar” a noite, mas depois de me identificar como jornalista, o traficante não quis falar. 
Ao cabo de muita insistência, lá aceitou falar à nossa reportagem, com a garantia de que a conversa não seria gravada nem denunciada à Polícia. Garanti-lhe que apenas se tratava de um trabalho jornalístico para ser publicado no Jornal de Angola. Não tinha nada a ver com a Polícia Nacional. 
Gaspar começou por nos contar que as discotecas são locais onde se verifica grande consumo de bebidas alcoólicas, que serve de trampolim para o uso de drogas mais pesadas, ilicitamente introduzidas e comercializadas.   
Ainda muito desconfiado com a natureza da nossa conversa, disse que drogas como a liamba, cocaína e ecstasy, são as mais comercializadas naquele recinto. As quantidades são geralmente de consumo, à medida da necessidade do cliente, para possuir energia para acompanhar os ritmos musicais da noite. 
Enquanto a conversa decorre com Gaspar, aparece uma cliente: “Como é, não tens nada?”, pergunta. “Hoje a noite tá fraca, preciso de algo pesado para agitar a noite”, afirma a jovem, que mais tarde ficamos a saber chamar-se Meury. Em resposta, Gaspar diz-lhe: “Como é, mboa, não dá bandeira, estou a falar com esse meu papoite, ele é jornalista”. 
Espantada, Meury, pergunta: “Oi fofo, você é jornalista?”. Em seguida faz um pedido: “Tens cara de boss, não pagas nada? Vocês jornalistas falam muito à toa, ya! Cuidado man Gaspa com ele, pode falar nos magala da polícia”. 
Gaspar tranquiliza-a dizendo que é apenas um trabalho para publicar no jornal e que não há qualquer ligação com a Polícia. Sendo assim, acaba por também ela se disponibilizar a falar. 
Questionada sobre as razões do consumo de droga, Meury conta a sua história. “Comecei a usar drogas quando tinha 15 anos. Namorei com um moço que usava muita droga lá em nossa casa e aí usei e gostei”,  justifica, no exacto momento em que a sua encomenda lhe chega às mãos. 
Por volta da meia-noite, o ambiente intensifica-se e a agitação é evidente. Música alta e mais gente chega ao local. Entre a multidão, surge Ana Cristina, 25 anos. Vai ali assiduamente para consumir droga, principalmente liamba. “Fumo liamba todos os dias, porque não me alimento sem fumar. O apetite aparece só depois de fumar uma palha. Se não der bafuradas fico nervosa e com dores de cabeça. Estou viciada”, assegura.   

Droga e prostituição estão de mãos dadas 

Jamba António é natural da província de Benguela. Aos 15 anos veio para Luanda com uma tia, irmã da mãe, para estudar. Uma vez na capital, mais concretamente no bairro Benfica, a tia não a pôs a estudar, antes a transformando numa espécie de moça de recados e empregada.
“A minha tia maltratava-me muito. Era obrigada a lavar a roupa dela e do marido, limpar a casa e a cuidar do bebé dela. Nunca me meteu na escola”, conta Jamba. 
Maltratada e longe dos pais, aos 17 anos não viu outra solução se não fugir de casa da tia, indo viver com umas amigas mais velhas, na Samba. “A vida em casa das amigas também não foi fácil. Por isso tive de lutar para sobreviver. As minhas amigas não trabalhavam, mas tinham sempre dinheiro e roupas bonitas”, refere. 
“Perguntei como é que elas tinham essas coisas e responderam que prestavam serviços à noite num sítio da Baixa”, recorda.
Na primeira noite que experimentou a vida de prostituta, teve receio de se envolver sexualmente com pessoas desconhecidas. “Tive medo, no princípio, mas as minhas amigas, para me acalmarem, apresentaram-me aos seus clientes habituais”, lembrou, acrescentando que só assim conseguiu ter relação sexual com o seu primeiro cliente, um cidadão português, que trabalhava para uma empresa de construção civil.
Nessa mesma noite, segundo Jamba, também começou a consumir drogas. As drogas, diziam as amigas, dava mais apetite sexual e força para poder relacionar-se com vários parceiros numa única noite. 
Exercendo a profissão há cerca de dois anos, Jamba começou também a consumir drogas, expondo-se assim aos riscos a que tal atitude conduz. “Sob efeito de droga esqueço-me do perigo a que estou exposta e das consequências. Fiz um teste há pouco tempo e deu negativo”, lembrou.
“Muitas vezes havia sexo em grupo e, para aguentar, tínhamos que consumir droga, de preferência cocaína, que dava mais força e apetite sexual”, conta.

Comportamentos auto-destrutivos

O sociólogo Paulo de Carvalho considera o consumo de drogas, o uso exagerado de álcool e a opção pela prostituição ou delinquência como um modo de vida. É um comportamento auto-destrutivo que não está de acordo com as normas morais e com os bons costumes.
O professor universitário explica que o consumo de drogas não depende do estrato social ou grau de instrução, da idade ou do sexo, e por isso afirma que os consumidores de droga são influenciados por factores de natureza social, psicológica e por aquilo que está na moda.
Segundo ele, há prostitutos de ambos os sexos, de vários estratos sociais e de diferentes faixas etárias. “Prostituição por necessidade ou por depravação?”, questiona, sublinhando que as mães solteiras e os jovens que nascem em famílias pobres são grupos de risco.

Consumo de álcool e alcoolismo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o consumo de álcool um risco nocivo e de dependência. Consumo de risco, de acordo com a OMS, é um padrão de consumo que pode vir a implicar danos físicos ou mentais se esse consumo persistir.
 O consumo nocivo é descrito como sendo um padrão de consumo que causa danos à saúde, tanto físicos como mentais. Todavia, não satisfaz os critérios de dependência.
O alcoolismo é uma doença caracterizada pela dependência do consumo de álcool. 
O alcoólatra tem grande dificuldade em parar de beber, está sujeito aos mesmos riscos do abuso de álcool mas, como não consegue abandonar a bebida, apresenta muitas vezes uma deterioração na saúde, na família, no trabalho e no círculo de amizades.
O sociólogo Paulo de Carvalho defende ser preciso ter em atenção as causas biológicas, o meio em que se cresce, os grupos de amigos e os colegas de escola, assim como aos factores psicológicos, quando se quer estudar o fenómeno do consumo de álcool.

Drogas: Krokodil, a pior droga do mundo (cenas fortes) – 25 DE NOVEMBRO DE 2011


Aviso: Este post contém imagens extremamente fortes sobre as consequências no uso desta droga. Elas podem ser chocantes e desagradáveis para algumas pessoas.
Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.
O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.
O krokodil é feito a partir da codeína, um analgésico opióide que pode ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica, assim como acontece com analgésicos mais fracos no Brasil. A pessoa sintetiza a droga em uma cozinha usando produtos como gasolina, solvente, ácido hidroclorídrico, iodo e fósforo vermelho, que é obtido de caixas de fósforo comuns, além dos comprimidos de codeína.
Logicamente nenhum destes ingredientes é ideal e o produto final não é nem um pouco puro, mas o resultado para o usuário é satisfatório. A consequência de se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. A área onde o krokodil é injetado começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até expor os músculos e ossos.
Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns em salas de emergência dos hospitais daquele país. A dificuldade em se combater o uso desta droga está na pouca ajuda que o governo dá a centros de reabilitação e na grande facilidade na produção, afinal basta uma cozinha e o conhecimento de como se “cozinhar” o produto. Largar o krokodil pode ser uma tarefa extremamente difícil. A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês, sendo que conseguir uma nova dose é muito fácil. Sequelas físicas e mentais do uso contínuo do krokodil podem ficar para sempre.
O krokodil pode acabar matando o usuário recorrente em mais ou menos 2 anos e são raros os casos de pessoas que se livraram do vício. A migração deles de uma droga para outra é explicada pelo valor da dose. Cada uso de heroína pode custar na Rússia 150 Dólares (270 Reais), já o krokodil custa em média 8 Dólares (aproximadamente 14 Reais). Um problema na alternativa mais barata é a duração dos efeitos, que são muito menores.
Enquanto os efeitos da heroína podem durar 8 horas, o krokodil dura com sorte 90 minutos. Como produzir a droga leva mais ou menos uma hora, a pessoa passa a viver apenas para produzir e injetar.
No Brasil, a codeína é vendida apenas com receita médica, mas na Rússia o produto é o analgésico mais popular do país. Usada por praticamente a metade da população, ela é responsável por cerca de 25% do lucro de algumas farmácias. Por este motivo a indústria farmacêutica e os empresários do ramo lutam para que o governo não torne a droga restrita à venda com prescrição.
Outros países onde a codeína é vendida sem receita são o Canadá, Israel, Austrália, França e Japão. Neles existe um grande risco do krokodil se tornar uma epidemia como a que atinge atualmente a Rússia. Abaixo você verá dois vídeos mostrando os resultados nefastos do uso desta droga.
Eu poderia terminar este texto dizendo que ninguém deveria usar esta droga sequer uma vez, mas ninguém procura uma alternativa tão tóxica e mortal porque vai usar só uma vez. Usuários de krokodil já estão migrando de outras drogas pois não podem sustentar o próprio vício. O melhor conselho que qualquer pessoa pode lhe dar é para que você jamais experimente nenhuma droga ilegal.
Esse post foi retirado do: http://www.pipocadebits.com

Ritalina, usos e abusos O remédio para hiperativos ganha adeptos entre executivos, estudantes e moças que querem emagrecer

Anna Paula Buchalla
Utilizado em larga escala nos Estados Unidos, o remédio Ritalina experimenta um aumento de consumo surpreendente no Brasil. O número de prescrições do medicamento, um estimulante para o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, mais que dobrou nos últimos dois anos. Só neste ano, estima-se que será vendido 1 milhão de caixas de Ritalina, fabricado pelo laboratório Novartis (veja quadro). A principal razão desse aumento é o fato de que o diagnóstico do distúrbio se tornou mais comum. Antes considerado um mal predominantemente infantil, a hiperatividade passou a ser detectada também em muitos adultos. Além disso, há quem use o medicamento simplesmente para se manter desperto durante longas jornadas de trabalho ou estudo. E, como acontece com boa parte dos remédios da família das anfetaminas, a Ritalina entrou na ilegalidade. Jovens em busca de euforia química e meninas ávidas por emagrecer estão usando o remédio sem dispor de receita médica.
Caracterizada por quadros de agitação, impulsividade e dificuldade de concentração, a hiperatividade, nos últimos dez anos, ganhou maior atenção de médicos, psicólogos e pedagogos – principalmente porque se passou a creditar ao distúrbio boa parte dos casos de mau desempenho escolar. Dispor de um remédio como a Ritalina é um avanço inegável. Mas o "sossega leão" tem um lado perverso: o dos excessos. Pais acusam escolas de rotular suas crianças de hiperativas indiscriminadamente, antes mesmo de obter um diagnóstico médico. Tudo porque os professores, segundo esses pais, não teriam paciência, nem disposição, para controlar crianças irrequietas – mas não necessariamente com desequilíbrio na química cerebral – na sala de aula. Tais escolas, por sua vez, alegam que seus professores são suficientemente treinados para identificar o problema. Há que levar em conta, ainda, que pais impacientes andam utilizando o diagnóstico de hiperatividade como desculpa para entupir seus filhos de remédio e mantê-los, dessa forma, sossegados. Tanto é assim que o medicamento foi batizado de "droga da obediência". "É freqüente que os pais peçam aos médicos que aumentem a dose de Ritalina ou não a interrompam durante as férias", diz a psicóloga carioca Marise Corrêa Netto.
A hiperatividade infantil costuma aparecer entre os 3 e os 5 anos. O distúrbio é três vezes mais comum em meninos. Pesquisas feitas nos Estados Unidos mostraram que até um terço dos garotos em idade escolar naquele país usa Ritalina, embora muitos deles não precisem. Um estudo recente da Universidade Estadual de Campinas revelou que, de um grupo de crianças diagnosticadas com hiperatividade, 23% não exibiam problemas de aprendizado. Ou seja, provavelmente estavam sendo tratadas de um distúrbio do qual não sofriam. Vários educadores acreditam que se rotulam muitas crianças de hiperativas só porque elas são bagunceiras. "É preciso tomar muito cuidado com a medicalização da educação", diz a psicanalista carioca Christiane Vilhena, especialista em desenvolvimento infantil.
Enquanto a polêmica segue no universo infantil, a Ritalina vai conquistando de maneira silenciosa adeptos nas universidades. Pressionados por provas, exames e trabalhos de faculdade, estudantes estão trocando o tradicional café com cigarro pelo remédio. A Ritalina, nesses casos, teria o objetivo de melhorar a concentração e diminuir o cansaço. Seria uma espécie de anabolizante para o cérebro, que conseguiria assim acumular mais informação em menos tempo. Um levantamento feito na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, mostrou que um em cada cinco estudantes da instituição já havia experimentado a Ritalina com esse único propósito. No mercado de trabalho, ela também entrou para o cardápio: executivos passaram a procurar no medicamento uma forma de suportar batentes que costumam ultrapassar dez horas.
Um dos aspectos mais preocupantes do uso da Ritalina é o recreacional. Alguns adolescentes trituram as drágeas e cheiram o pó. Outros diluem o comprimido em água, para injetá-lo na veia. Essas injeções, no entanto, podem causar complicações sérias. Pequenos pedaços da pílula podem obstruir vasos sanguíneos e levar a distúrbios pulmonares e cardiovasculares graves. Por último, há garotas que lançam mão do remédio para emagrecer – um dos efeitos colaterais da Ritalina, descrito na bula.
A Ritalina, nome comercial do metilfenidato, foi lançada em 1956. O efeito paradoxal do remédio é que, embora seja um estimulante, em doses muito precisas ele acaba por acalmar seus usuários, ao torná-los mais concentrados – daí seu uso em crianças hiperativas. O mecanismo de ação da Ritalina ainda não foi completamente desvendado. Recentemente, com o auxílio de um exame de última geração, a tomografia por emissão de pósitrons, pesquisadores conseguiram identificar um aumento nos níveis de dopamina em homens saudáveis que tomavam o remédio. A dopamina é uma substância produzida no cérebro, associada à sensação de bem-estar, euforia e estado de alerta.